
Não, não tenho ninguém. E sinto-o mais conscientemente quando o pano negro cai sobre o céu cansado, cansado como eu.
É quando me sinto a dedilhar teclas sem palavras, sem remetente...sem destino.
Quando me apercebo que ao meu lado, do outro lado, não está ninguém que oiça as minhas histórias, que entoo-o num sentimento de leveza, que no fundo...